O equivoco do século 21

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É engraçado perceber que as pessoas não estão entendendo as redes sociais. Por um lado é bem bacana colocar nossas ideias, imagens e qualquer coisa que motive uma conversação em rede. O século 21 é o paraiso para os amadores poderem soltar o verbo, clicar com os celulares e remixar o universo. Amadores porque amam aquilo que fazem. Não é pejorativo. Ser amador é bom.

Por outro lado existem os profissionais. Aqueles que não entenderam a virada da chave da tecnologia. Acham que são os detentores do conhecimento e da exatidão da técnica. Pois é, Heidegger já pensou muito sobre a descontrução da metafísica padrão. A web coloca em prática esse pensamento. Ou seja, a descontrução dos containers do conhecimento é default.

Já sabemos que podemos filosofar sem ser filosofo, podemos ser fotografos sem profissão ou artistas, se acreditarmos que é possível. Yes, we can… ou não!

Na verdade, tanto faz. Apesar de acharmos que aquilo que fazemos é super especial, de nada importa para as redes socias. O poder dos mercados está nas mãos das pessoas comuns. São elas que seguem, curtem ou te ignoram. É simples assim… Mas tem gente que continua a viver no equivoco do século 21.

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