Peer to Peer

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A partir do conceito da apropriação entendemos que as redes não são aprendidas, são apropriadas por comuns. Sejam interesses ou apenas a vontade de colaborar.

Nesse processo de apropriação da tecnologia o que me importa como pesquisador é a emergência de conversas. Uma forma de comunicação de baixo pra cima capaz de se organizar em redes sociais, no sentido mais amplo possivel. Uma conversa que se dá na participação, no compartilhamento e na disponibilização de links, ideias, projetos, poesias, textos, vídeos e onde mais a criatividade humana consegue relacionar.

Essa conversa não é muito visível. Pois está sempre misturada com dicas, links e toda gama de conteúdo que faz a web se mexer no dia-a-dia. Mas ganha uma velocidade através das ferramentas de redes sociais (no sentido mais restrito possivel). Twitter, facebook, blogs distribuem essas conversas . O espectador é o amigo do amigo. Ou, aquele que recebe a informação pelas palavras do amigo. A propagação se faz pelo link.

Pode esquecer o email. É coisa de velho. E-mail marketing e Spam são  do século passado. Jovens e adolescentes não usam mais email para se comunicar. Isso é fato. Nem FB ou twitter. A conversa agora acontece em grupo de amigos. The Wapp rules!

A festa acontece no P2P. É a napsterização da indústria cultural.

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