Cultura de rede

 

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A conversação na Internet é bem diferente daquela que se realiza ao vivo, olho no olho. Atualmente, por exemplo, bilhares de pessoas estão utilizando as redes como ferramenta de conversação e de informação descentralizada. Uma das conseqüências mais imediatas dessa conversação recai sobre a cultura de massa.

Por que assistir TV? Ler jornal? Podemos navegar pelo youtube. Assistir aos videos  que os amigos indicam. Posso ler os blogs para me atualizar. Para que esperar a velha imprensa fazer suas análises sobre a situação do planeta? No Facebook temos um filtro que nossos amigos generosamente linkam. São tantas as alternativas para saber o que está acontecendo no mundo que a imprensa tradicional perde, aos poucos, força e lugar enquanto “formadora de opinião”.

A cultura de rede se faz no compartilhamento, na concordância entre pessoas, na gentileza de um hiperlink. Extrapolam os conceitos, pensamentos, missões, campanhas e disputas. As redes não são boas ou ruins. As pessoas que nelas habitam é que vão dar o toque especial. O efeito das redes pode ser excepcional. Mas esta possibilidade indica apenas vestígios de que a potência transformadora das redes é inexorável. E deixa a vida me levar (vida leva eu)…

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