Laboratório de Sobrevivência

sobreviveO lab de sobrevivência é um experimento que tem sido desenvolvido nos últimos 15 anos.

A ideia remete ao princípio do MetaReciclagem, ou melhor, as oficinas propostas pelo Glauco Paiva (o cara que começou a ditar o tom das oficinas de arte e tecnologia).

A partir da MetaReciclagem começamos a pensar qual seria a pegada para trocar práticas e conhecimento. Passamos pela constituição das gambiarras como processo de subjetivação. Uma técnica sem prisões. Liberdade para criar com as ferramentas que temos à mão. A experiência das oficinas no Parque da Juventude, o MetaProjeto e a Rede de Projetos (ambos projetos do Acessa SP) ampliaram a visão de que a apropriação da tecnologia se dá na ação. Fazer é tão importante como conhecer.

O lab de sobrevivência tem o objetivo de retomar algumas práticas que as pessoas esqueceram, ou deixaram que a sociedade de consumo substituir, ou melhor, a sobrevivência está na moeda de troca. Pagou, levou 😉

a. lab de sobrevivência – contextualização

  1. vivemos em tempos de Mad Max
  2. os recursos antes abundantes estão se tornando cada vez mais escassos
  3. o lixo é um recurso rico
  4. gambiarras como processo, criar com as ferramentas que se tem à mão.
  5. conhecimentos de tecnologias simples que são importantes quando o foco é a sobrevivência

b. objetivos

Essa oficina propõe uma análise sobre a apropriação das tecnologias da informação e comunicação com objetivo de construir uma interface para a sobrevivência em tempos de Mad Max; Experimentação, a criação artística e o design em uma sociedade organizada em rede.

c. Justificativa

Processos gambiológicos são entendidos como ato de fazer. Gambiarra que remixa, modifica, transforma e se mistura.

O improviso, a precariedade ou o ato de fazer passa a ser realidade. Conectado à rede e com um pouco de conhecimento e vontade de pesquisar temos a possibilidade de construir ferramentas de experimentação e sobrevivência.

A cultura digital possibilita o acesso aos meios de produção. Facilita as atividades das pessoas comuns que passaram a usar o computador em substituição às ferramentas e meios de produção que outrora eram inacessíveis. Tanto na produção como na pesquisa de novas formas de fazer.

Essas facilidades se ampliam quando passam a ser distribuídas em redes, fazendo com que as pessoas conectadas por um computador possam trocar arquivos, projetos e ideias com qualquer outra pessoa ou grupos em qualquer lugar do planeta. Esse conjunto de ferramentas cria impacto na forma que a sociedade produz. E por consequência na própria sobrevivência.

d. metodologia

  1. apropriações gambiológicas para transformação social – palestra, debate, pesquisas coletivas

  2. Lixo eletrônico como repositório de material  – bate papo, palestra, vídeos, , pesquisas coletivas, fotos e debate

  3. arte da sobrevivência

e. key thoughts

apropriações gambiológicas
tecnologia é mato
para que serve a web?
falar é fácil e o silêncio é fatal
emergência
bottom up
redes livres, TAZ,
linkania
gambiarra
faça você mesmo
Gambiarra no cotidiano
habilidade do saber-fazer
precariedade, à ausência de recursos e à instabilidade
sobrevivência (manter), transformação (mudar), aprender (fuçar)
auto-organização

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